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Saúde cobra vacinas do Butantan e diz que instituto não pode ‘segurar’ cota de SP

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O Ministério da Saúde precisou recorrer ao Butantan depois de o governo federal receber uma negativa da Índia em relação à entrega imediata de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford.

Ministério da Saúde voltou a cobrar do Instituto Butantan na noite desta sexta-feira (15) a entrega imediata de 6 milhões de doses da vacina CoronaVac, e disse que o governo de São Paulo não pode separar a cota que será destinada ao estado no plano nacional de imunização contra a Covid-19. As informações são da Folha.

Segundo a pasta, cabe a ela o plano de operacionalização para distribuição e início da vacinação no país. O ofício foi encaminhado ao Butantan após o órgão vinculado ao governo de São Paulo ter questionado o Ministério da Saúde sobre o plano para a distribuição entre os estados, alegando que só poderia entregar as vacinas após saber quantas doses ficarão em São Paulo, já que não faria sentido enviar todo o lote para depois receber parte dele de volta.

“Não podemos delegar a distribuição das vacinas, sobretudo em razão do estado de excepcionalidade que o país atravessa em razão da pandemia ocasionada pelo novo coronavírus”, diz o ofício do Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde precisou recorrer ao Butantan depois de o governo federal receber uma negativa da Índia em relação à entrega imediata de 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford. A Índia informou que ainda não pode realizar a entrega das vacinas, uma vez que a sua campanha de vacinação começa ainda neste sábado (16).

Na primeira requisição ao Butantan, o Ministério da Saúde disse precisar fazer o “devido loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa”.

 

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