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Entre as ações, estão a instalação de redes coletoras, barreiras flutuantes em rios e mutirões para limpar praias e mangues

O País possui 274 municípios costeiros defrontantes ao mar, ao longo de 17 estados e 8,5 mil quilômetros de costa litorânea – Foto: Ibama

O Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar (PNCLM), lançado em 22 de março, no Dia Mundial da Água, integra a agenda prioritária dos 100 dias de governo. O projeto representa a primeira fase de uma Agenda Nacional de Qualidade Ambiental Urbana.

O plano apresenta seis eixos de implementação e está organizado em 30 ações de curto, médio e longo prazos. Serão propostas soluções pragmáticas e concretas, como o projeto-piloto para a instalação de redes coletoras em galerias pluviais e barreiras flutuantes em rios e afluentes; mutirões para a limpeza de praias e mangues; estímulo à coleta seletiva e logística reversa nos municípios costeiros; entre outras ações.

“O Plano Nacional representa uma inovação e um grande esforço de mobilização para responder de forma coordenada e integrada à poluição do ambiente marinho, que traz impactos aos ecossistemas e, também, ao turismo, saúde e segurança de navegação”, explicou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

O lixo no mar é atualmente um dos principais desafios da gestão ambiental contemporânea. A estimativa é de que 80% dos resíduos sejam constituídos principalmente por plásticos, filtros de cigarro, borrachas, metais, vidros, têxteis e papéis. O País possui 274 municípios costeiros defrontantes ao mar, ao longo de 17 estados e 8,5 mil quilômetros de costa litorânea.

Com informações do Ministério do Meio Ambiente

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