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Pedro Parente, só se for do capeta!

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Fiz um mosaico das informações colhidas na imprensa, sobre o parente infernal brasileiro

Entre 1999 e 2002, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, ele foi secretário executivo do Ministério da Fazenda e ocupou três ministérios (Casa Civil, Planejamento e Minas e Energia). Na época, ficou conhecido como “ministro do apagão”, por ter coordenado a equipe que gerenciou a crise de energia que se instalou no País.

Agora, emprestado para Michel Temer, Parente promove o “paradão” com a greve dos caminhoneiros.

Parente apagou e agora parou o Brasil. Ele é o responsável, ao lado de Temer, pelos aumentos abusivos nos combustíveis — os mais caros do planeta.

Se quiser sobreviver à crise dos combustíveis, Michel Temer terá de demitir Parente e modificar a política de reajustes da Petrobras, que, desde outubro de 2016, está atrelada ao mercado internacional de petróleo.

Parente dolarizou os preços dos combustíveis da Petrobrás e reduziu a capacidade processamento das refinarias  a 75%, tornando-os caros ao mercado e favorecendo a importação dos mesmos pela Bunge Brasil.

A Bunge Limited contratou Pedro Parente como Presidente e CEO da Bunge Brasil entre os anos de 2010 e 2014 e agora na Petrobrás, PP tem uma forma bastante peculiar de agradecer a seu antigo patrão…

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1 Comentário

  1. Estefane
    maio 31, 2018 at 1:32 pm — Responder

    Muito bem observado essa tragetória, Parabéns pelo trabalho e continue sim nos informando com sua perspicácia jornalística, também seria interessante saber o pessoal envolvido na dolarização…

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